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Qual é a mutação? "Diamante Mandarim"

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Qual é a mutação? "Diamante Mandarim"

Mensagem  Miguel Silva em Ter 18 Dez 2012, 21:48





Cumps santa rendeer
Miguel Silva
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Miguel Silva

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Re: Qual é a mutação? "Diamante Mandarim"

Mensagem  João Martinho em Ter 18 Dez 2012, 23:01

ina pahhhh
o que é isto....qualquer dia só falta haver mandarins cor de rosa...muito impressionante mesmo esta mutação Shocked
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João Martinho

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Re: Qual é a mutação? "Diamante Mandarim"

Mensagem  RC em Ter 18 Dez 2012, 23:08




É uma mutação que tem excesso de Melanina.

Está aqui a explicação para quem se quiser dar ao trabalho de ler:

A melanina é um pigmento produzido pela pele. Sua função na coloração da plumagem das aves é fundamental: sem ela o azul e o verde não existiriam e o pavão seria todo branco. A maior parte das variedades de criação devem seu aparecimento a distúrbios relativos a. sua formação.

A melanina: um pigmento vital

Existe no mundo vivente um pequeno número de pigmentos que desempenham um papel capital; a melanina é um deles.

Os pigmentos são substâncias coloridas, de origem mineral ou orgânica, que dão origem à maior parte das cores do nosso meio. Nos seres vivos, alguns pigmentos dotados de propriedades particulares, são indispensáveis à vida. É o caso - nos vegetais - da clorofila, que caracteriza as plantas verdes e que, produzindo o oxigênio sob a ação da luz, assegura o equilíbrio entre o mundo animal e o mundo vegetal. Ela dá, igualmente, origem a matérias orgânicas que nos são indispensáveis (ácidos aminados, vitaminas etc.). Nos animais a hemoglobina, que dá ao sangue a sua cor vermelha, tem também papel primordial, assegurando o transporte de gás (oxigênio) saído da respiração, permitindo assim o funcionamento.

A melanina, que deve seu nome à sua cor negra, não é assim tão indispensável, mas a sua abundância na natureza e as suas propriedades, fazem com que ela desempenhe uma função não menos importante. As aves são, com os insetos, os seres vivos que fazem o mais belo uso dela, uma vez que eles devem o essencial ao seu adorno. Isso se torna ainda mais interessante quando se sabe que a melanina, saída da degradação de um ácido aminado - a tirosina - pode ser considerada como um produto de resíduo admiravelmente reciclado.

O fato de sua já antiga criação e das numerosas variedades daí resultantes, as aves constituem um bom material de observação, tanto melhor será a pesquisa quanto maior seja o número de criadores agrupados no seio de uma Confederação Ornitológica Mundial. Foi por iniciativa desta que se criou a Comissão de Pesquisas Ornitológicas, que tem a finalidade especial de explorar as observações dos criadores que possam ter interesse científico. Este presente estudo ilustra suas atividades.

A importância da melanina nas aves

Muitos pigmentos espalhados pelo reino animal são designados com o nome de melanina. Produzidos pelo organismo, as melaninas colorem a pele e seus anexos: os pêlos, as unhas, as garras, as penas, e também os olhos. Não obstante as cores diferentes, todas as melaninas têm a mesma origem e propriedades vizinhas; também se designa a melanina para indicar o seu conjunto.

A principal função da melanina nas aves é a produção de cores. Numerosas aves, como o pavão Pavo cristatus, o diamante mandarim Taeniopygia guttata, o ministro Passerina caerulea, devem-lhe todas as cores de sua plumagem. Sem melanina elas seriam brancas.

A melanina, por ser uma proteína, contribui assim para tornar as penas mais robustas. Dessa forma é que o eixo de muitas penas, principalmente as de vôo (asas e cauda), é inteiramente impregnado de melanina marrom ou, mais comumente, de melanina negra. Esta última é mais resistente. Insolúvel na água e nos solventes usuais, a melanina resiste aos agentes mais corrosivos, porém ela é apreciada pêlos ácaros, parasitas da plumagem que se alimentam de penas. A muda, que assegura a renovação das penas, permite às aves disporem de uma plumagem nova a cada ano.

No olho a melanina circunda a retina e constitui a câmara negra. Ela colore igualmente a íris, cujas cores, muito variadas, são o resultado de fenômenos óticos que são conseqüentes do estado sob o qual se encontra a melanina. Na ausência de melanina o olho torna-se vermelho, que é a cor do sangue que aí circula; a qualidade da visão fica diminuída.

Origem da melanina

O estudo químico e a origem da melanina permitem diferenciar dois tipos de melaninas: a feomelanina, geralmente marrom, e a eumelanina, normalmente negra. Por diluição elas dão origem respectivamente ao bege (marrom diluído) e ao cinza. Ao contrário da feomelanina, a eumelanina é um polímero, isto é, a sua molécula pode ser comparada a uma cadeia formada de elos parecidos. Cada elo corresponde a uma substância de base chamada manômero. A cadeia pode ser mais ou menos longa, mais ou menos desenvolvida, e muitas cadeias podem justapor-se estreitamente (de forma inseparável). Através de uma grande ampliação (microscopia eletrônica), as moléculas de eumelanina tornam-se visíveis, mostrando-se com a forma de bastonetes, em grãos ou em aglomerados, no interior das penas. As moléculas de feomelanina, muito pequenas, geralmente não aparecem ao microscópio, vendo-se apenas um véu marrom.

A síntese da melanina é bastante conhecida. Ela ocorre no interior de células especiais, os melanócitos. Estes utilizam como matéria prima um ácido aminado fornecido pelo sangue, a tirosina. Uma oxidação marca o início de uma série de reações químicas que terminam num monômero (dehidroxi-5-6-indol). O encadeamento das moléculas de manômero, por oxidação, leva a eumelanina. Se o estágio da polimerização não é alcançado, os produtos obtidos evoluem para a feomelanina. A eumelanina corresponde ao fim da melanização e tem apenas uma só forma de eumelanina. Ao contrário, numerosas feomelaninas são possíveis, já que a melanização pode interromper-se em diferentes níveis e ela pode igualmente utilizar outros ácidos aminados transformados ou não em tirosina (a metionina ou a cistina, por exemplo, que contém enxofre). Enquanto que a eumelanina é negra, a feomelanina pode ser marrom, amarronzada ou mesmo alaranjada. A feomelanina e a eumelanina podem coexistir numa mesma região, o que tem levado a se falar impropriamente de eumelanina marrom.

A concentração em tirosina, a temperatura, o teor de oxigênio, os hormônios sexuais, podem agir sobre a melanização. A luz (que no homem a favorece), o excesso de vitamina C (que se opõe à oxidação), podem também ter influência.

Colocação das melaninas nas penas

Os melanócitos estão situados na derme, sob a camada geradora da pele. A pena é produzida por um folículo que corresponde a uma elevação da ectoderme. Os melanócitos migram então para o folículo e vão colonizar a futura pena. Esses passam por sua base, se bem que sua extremidade se forma em primeiro lugar.
Finos prolongamentos permitem aos melanócitos injetarem, com precisão, a melanina na pena. Disso resultam desenhos muito precisos (finas estrias, pontuações etc.). Estes desenhos dependem do crescimento da pena: se a melanização é tardia, a extremidade da pena ficará sem melanina; se ela se detém muito cedo, é a base da pena que não a conterá. A cor da melanina e, conseqüentemente aquela da pena, depende do desenvolvimento da melanização: se a eumelanina acontece com atraso, a extremidade da pena ficará marrom e a sua base será negra etc.

Cores produzidas pela melanina

A melanina é, antes de tudo, um pigmento. cor de um pigmento depende das radiações que reenvia: é amarelo se reenvia amarelo, marrom se reenvia
marrom, branco se ele reenvia igualmente todas radiações, e negro se não reenvia nenhuma. Neste último caso, toda a luz recebida é absorvida.

As feomelaninas dão às penas as cores marrons eumelanina dá a cor negra. Estas cores são aquelas d cascas, dos rochedos, das folhas mortas. Estas cores favorecem a camuflagem. Elas são freqüentes nas fêmeas e nos predadores (raptores).

Porém a função da melanina é ainda ma importante. As melaninas são indispensáveis para produção do azul, do verde e do violeta nos psitacídeos de todas as cores do pavão.

Nestas aves a luz é decomposta por estruturas particulares e só algumas radiações são reenviadas; outras são absorvidas pela melanina. Nos psitacídeos em numerosas aves (diamante de Gould), as penas azuis têm nas barbas uma camada estrutural rica eu microgrânulos que decompõem a luz. Em profundidade as moléculas gigantes de eumelanina absorvem a luz que não é refletida. A mudança desta eumelanina pela feomelanina transforma o azul em violeta.

No pavão a luz é decomposta por uma série de microlâminas situadas nas bárbulas das penas. O mesmo ocorre nos beija-flores. A eumelanina situada na profundidade absorve as radiações não refletidas Igualmente são as microlâminas que dão origem às core irisadas de numerosas aves: pombo (Columba livia), galo (Gallus domesticus), corvo (Corvus corax) etc. Estas côn mudam segundo a orientação da luz que incide na pena.

A presença de carotenóides na pena permite passa do azul e do violeta à púrpura, mas as microlâmina podem produzir todas as cores sem que haja carotenóides
Na ausência de melanina negra estas cores, ditas estruturais, não aparecem.

A melanina negra intervém igualmente na pureza das cores. Sua presença na base das penas da máscara do diamante de Gould torna o vermelho mais puro. Se uma mutação a faz desaparecer, o vermelho torna-se mais claro. No periquito ondulado o azul é produzido pelas barbas das penas, mas é tanto mais escura quanto as barbas forem ricas em eumelanina.

Mutações da cor e do desenho da plumagem

A cor da plumagem é característica da espécie e ela difere freqüentemente segundo o sexo das aves. A repartição das cores é hereditária e, assim, de origem genética. Numerosos genes intervêm: uns concernem à síntese das melaninas, outros em sua repartição na totalidade da plumagem e também nas penas. A duração do depósito é controlada por genes cuja mutação muda o desenho nas penas. A repartição dos pigmentos de acordo com as regiões do corpo depende de genes de localização, que freqüentemente têm uma ação inibidora. Eles impedem o depósito em algumas regiões. Também no diamante de Gould um gene inibidor permite o aparecimento de uma máscara vermelha inibindo o depósito de melanina negra.

Todas as células do corpo recebem os mesmos genes, porém nem todos estão ativos. A atividade ou expressão de um gene depende da situação da célula no organismo. Ela pode depender de outros genes e também da ação de hormônios.

As mudanças que se observa na cor das aves podem ser hereditárias. Neste caso elas são devidas às mutações de genes que intervêm na coloração da plumagem. Resultam de modificações, sejam no desenvolvimento da melanização, sejam na duração do depósito de pigmento durante o crescimento das penas, sejam ainda na localização da cor.

Pode-se diferenciar três casos:

Mutações que concernem a melanogênese

A mutação mais freqüente nas aves de gaiola é aquela que muda a melanina negra pela melanina marrom. Esta mutação, dita marrom, canela ou cinnamom (caso dos psitacídeos) corresponde provavelmente a ausência de polimerização. Na ausência da enzima que permite esta polimerização, a eumelanina
não aparece, ou aparece em pequena quantidade e muito tardiamente. No canário canela, a plumagem é marrom mas, ao se soprar as penas, vê-se um pouco de melanina marrom nas bases,
Uma importante frenagem da melanização ocasiona uma cor bege (marrom diluído), característica das aves chamadas isabelinas (canário, manon).

Mutações que atingem a duração do depósito

Nos canários inos, a melanina é marrom e está localizada nas bordas das penas. As interrupções no depósito dão origem as listas e bandas mais claras observadas nas penas (canários chamados asas cinzas). Se o depósito de melanina é muito tardio só as bases ficam negras (máscara vermelha do Gould).

Mutações que dizem respeito à localização das cores

Uma cor pode desaparecer localmente. Assim o peito de um diamante de Gould pode tornar-se branco. No diamante mandarim as bochechas, normalmente alaranjadas no macho, podem ficar brancas ou negras.

A síntese da melanina e seu depósito sendo coordenado, é freqüente que uma mutação haja por sua vez sobre a cor da melanina, sobre sua densidade e sobre sua repartição na pena. Ela pode também dizer respeito à cor do olho. O canário ino tem apenas melanina marrom; ela é diluída e apresenta-se apenas nas extremidades das grandes penas. O seu olho é vermelho.

Pode-se encontrar mutações semelhantes em numerosas espécies em criações, o que mostra uma grande similitude na melanogênes e na pigmentação das penas.

As aberrações da plumagem

Chamaremos assim a todas as anomalias cuja origem genética não sejam evidentes. Podem ser hereditárias ou não.

Aparecimento de manchas ou de uma pinta

Se em um local o depósito de melanina não se faz, então aparece uma mancha na plumagem. Se a c»r da plumagem é devida somente à melanina, a mancha então é branca; se um carotenóide intervém, a mancha toma a cor do carotenóide. Assim, num canário, manchas amarelas podem acontecer. Num diamante mandarim tem-se manchas brancas e vermelhas em pássaros de fundo vermelho. Quando as manchas são numerosas e importantes, tem-se uma malha ou uma pinta.

Manchas e malhas podem passar para a descendência, mas tem se constatado freqüentemente um deslocamento e uma deformação das manchas. A aptidão para o aparecimento de manchas é hereditário, porém seu deslocamento é variável. É possível, pêlos cruzamentos com seleção dar-se maior ou menor importância às manchas. Assim, a partir de canários manchados obteve-se os canários amarelos; estes, cruzados entre si, dão canários amarelos, mas se cruzados com canários sem manchas dão canários variegados. Isto permite a suposição da intervenção de um fator geral e de fatores de localização. Estes fatores mutados seriam recessivos e o fato que de canários de aparência normal possam ser portadores, explicaria o aparecimento de manchas ou seu deslocamento a seguir de um cruzamento. Além disso constata-se que se cruzando canário amarelo x canário não amarelo (dito melânico), proveniente de linhagens homogêneas, obtém-se pássaros de malhas simétricas (corpo amarelo, asas, cauda e cabeças normais, por forma de bastonetes, em grãos ou em aglomerados, no interior das penas. As moléculas de feomelanina, muito pequenas, geralmente não aparecem ao microscópio, vendo-se apenas um véu marrom.

A síntese da melanina é bastante conhecida. Ela ocorre no interior de células especiais, os melanócitos. Estes utilizam como matéria prima um ácido aminado fornecido pelo sangue, a tirosina. Uma oxidação marca o início de uma série de reações químicas que terminam num monômero (dehidroxi-5-6-indol). O encadeamento das moléculas de manômero, por oxidação, leva a eumelanina. Se o estágio da polimerização não é alcançado, os produtos obtidos evoluem para a feomelanina. A eumelanina corresponde ao fim da melanização e tem apenas uma só forma de eumelanina. Ao contrário, numerosas feomelaninas são possíveis, Já que a melanização pode interromper-se em diferentes níveis e ela pode igualmente utilizar outros ácidos aminados transformados ou não em tirosina (a metionina ou a cistina, por exemplo, que contém enxofre). Enquanto que a eumelanina é negra, a feomelanina pode ser marrom, amarronzada ou mesmo alaranjada. A feomelanina e a eumelanina podem coexistir numa mesma região, o que tem levado a se falar impropriamente de eumelanina marrom.

A concentração em tirosina, a temperatura, o teor de oxigênio, os hormônios sexuais, podem agir sobre a melanização. A luz (que no homem a favorece), o excesso de vitamina C (que se opõe à oxidação), podem também ter influência.

Colocação das melaninas nas penas

Os melanócitos estão situados na derme, sob a camada geradora da pele. A pena é produzida por um folículo que corresponde a uma elevação da ectoderme. Os melanócitos migram então para o folículo e vão colonizar a futura pena. Esses passam por sua base, se bem que sua extremidade se forma em primeiro lugar. Finos prolongamentos permitem aos melanócitos injetarem, com precisão, a melanina na pena. Disso resultam desenhos muito precisos (finas estrias,
pontuações etc.). Estes desenhos dependem do crescimento da pena: se a melanização é tardia, a extremidade da pena ficará sem melanina; se ela se detém muito cedo, é a base da pena que não a conterá. A cor da melanina e, conseqüentemente aquela da pena, depende do desenvolvimento da melanização: se a eumelanina acontece com atraso, a extremidade da pena ficará marrom e a sua base será negra etc.

Cores produzidas pela melanina

A melanina é, antes de tudo, um pigmento. E a cor de um pigmento depende das radiações que ele reenvia: é amarelo se reenvia amarelo, marrom se reenvia marrom, branco se ele reenvia igualmente todas as radiações, e negro se não reenvia nenhuma. Neste último caso, toda a luz recebida é absorvida.

As feomelaninas dão às penas as cores marron eumelanina dá a cor negra. Estas cores são aquelas cascas, dos rochedos, das folhas mortas. Estas co favorecem a camuflagem. Elas são freqüentes nas fêmeas e nos predadores (raptores).
Porém a função da melanina é ainda mais importante. As melaninas são indispensáveis para a produção do azul, do verde e do violeta nos psitacídeo
de todas as cores do pavão.

Nestas aves a luz é decomposta por estruturas particulares e só algumas radiações são reenviadas; as outras são absorvidas pela melanina. Nos psitacídeos em numerosas aves (diamante de Gould), as penas azuis têm nas barbas uma camada estrutural rica e microgrânulos que decompõem a luz. Em profundidade as moléculas gigantes de eumelanina absorvem a luz que não é refletida. A mudança desta eumelanina pela feomelanina transforma o azul em violeta.

No pavão a luz é decomposta por uma série de microlaminas situadas nas bárbulas das penas. O mesmo ocorre nos beija-flores. A eumelanina situada na profundidade absorve as radiações não refletidas Igualmente são as microlaminas que dão origem às cora irisadas de numerosas aves: pombo (Columba livia), galé (Galius domesticus), corvo (Corvus corax) etc. Estas cores mudam segundo a orientação da luz que incide na pena, A presença de carotenóides na pena permite passai do azul e do violeta à púrpura, mas as microlâminas podem produzir todas as cores sem que haja carotenóides.Na ausência de melanina negra estas cores, ditas estruturais, não aparecem.

A melanina negra intervém igualmente na pureza das cores. Sua presença na base das penas da máscara do diamante de Gould torna o vermelho mais puro. Se uma mutação a faz desaparecer, o vermelho torna-se mais claro.
No periquito ondulado o azul é produzido pelas barbas das penas, mas é tanto mais escura quanto as barbas forem ricas em eumelanina.

Mutações da cor e do desenho da plumagem

A cor da plumagem é característica da espécie e ela difere freqüentemente segundo o sexo das aves. A repartição as cores é hereditária e, assim, de origem genética. Numerosos genes intervêm: uns concernem à síntese das melaninas, outros em sua repartição na totalidade da plumagem e também nas penas. A duração do depósito é controlada por genes cuja mutação muda o desenho nas penas. A repartição dos pigmentos de acordo com as regiões do corpo depende de genes de localização, que freqüentemente têm uma ação inibidora. Eles impedem o depósito em algumas regiões. Também no diamante de Gould um gene inibidor permite o aparecimento de uma máscara vermelha inibindo o depósito de melanina negra.

Todas as células do corpo recebem os mesmos genes, porém nem todos estão ativos. A atividade ou expressão de um gene depende da situação da célula no organismo. Ela pode depender de outros genes e também da ação de hormônios.

As mudanças que se observa na cor das aves podem ser hereditárias. Neste caso elas são devidas às mutações de genes que intervêm na coloração da plumagem. Resultam de modificações, sejam no desenvolvimento da melanização, sejam na duração do depósito de pigmento durante o crescimento das penas, sejam ainda na localização da cor.

Pode-se diferenciar três casos:

Mutações que concernem à melanogênese


A mutação mais freqüente nas aves de gaiola é aquela que muda a melanina negra pela melanina marrom. Esta mutação, dita marrom, canela ou cinnamom (caso dos psitacídeos) corresponde provavelmente a ausência de polimerização. Na ausência da enzima que permite esta polimerização, a eumelanina
não aparece, ou aparece em pequena quantidade e muito tardiamente. No canário canela, a plumagem é marrom mas, ao se soprar as penas, vê-se um pouco de melanina marrom nas bases,

Uma importante frenagem da melanização ocasiona uma cor bege (marrom diluído), característica das aves chamadas isabelinas (canário, mano n).

Mutações que atingem a duração do depósito

Nos canários inos, a melanina é marrom e está localizada nas bordas das penas. As interrupções no depósito dão origem as listas e bandas mais claras observadas nas penas (canários chamados asas cinzas). Se o depósito de melanina é muito tardio só as bases ficam negras (máscara vermelha do Gould).

Mutações que dizem respeito a localização das cores

Uma cor pode desaparecer localmente. Assim o peito de um diamante de Gould pode tornar-se branco. No diamante mandarim as bochechas, normalmente alaranjadas no macho, podem ficar brancas ou negras.

A síntese da melanina e seu depósito sendo coordenado, é freqüente que uma mutação haja por sua vez sobre a cor da melanina, sobre sua densidade e sobre sua repartição na pena. Ela pode também dizer respeito à cor do olho. O canário ino tem apenas melanina marrom; ela é diluída e apresenta-se apenas nas extremidades das grandes penas. O seu olho é vermelho.

Pode-se encontrar mutações semelhantes em numerosas espécies em criações, o que mostra uma grande similitude na melanogênes e na pigmentação das penas.

As aberrações da plumagem

Chamaremos assim a todas as anomalias cuja origem genética não sejam evidentes. Podem ser hereditárias ou não.

Aparecimento de manchas ou de uma pinta

Se em um local o depósito de melanina não se faz, então aparece uma mancha na plumagem. Se a o»r da plumagem é devida somente à melanina, a mancha então é branca; se um carotenóide intervém, a mancha toma a cor do carotenóide. Assim, num canário, manchas amarelas podem acontecer. Num diamante mandarim tem-se manchas brancas e vermelhas em pássaros de fundo vermelho. Quando as manchas são numerosas e importantes, tem-se uma malha ou uma pinta.

Manchas e malhas podem passar para a descendência, mas tem se constatado freqüentemente um deslocamento e uma deformação das manchas. A aptidão para o aparecimento de manchas é hereditário, porém seu deslocamento é variável. É possível, pêlos cruzamentos com seleção dar-se maior ou menor importância às manchas. Assim, a partir de canários manchados obteve-se os canários amarelos; estes, cruzados entre si, dão canários amarelos, mas se cruzados com canários sem manchas dão canários variegados. Isto permite a suposição da intervenção de um fator geral e de fatores de localização. Estes fatores mutados seriam recessivos e o fato que de canários de aparência normal possam ser portadores, explicaria o aparecimento de manchas ou seu deslocamento a seguir de um cruzamento. Além disso constata-se que se cruzando canário amarelo x canário não amarelo (dito melânico), proveniente de linhagens homogêneas, obtém-se pássaros de malhas simétricas (corpo amarelo, asas, cauda e cabeças normais, por exemplo). Isto leva a se pensar que inicialmente os genes de localização estão regularmente repartidos em alguns cromossomos, estes concernentes a uma asa sendo muito próximas. A desordem das manchas seria devido ao "crossing-over" que separar os genes vizinhos, fazendo-os passar sobre dois cromossomos diferentes.

As manchas e as malhas podem aparecer em numerosas aves de criação eu silvestres. Algumas variedades novas são devidas à criação (periquitos ondulados manchados, calafate e manons brancos etc.). Na natureza tem-se assinalado casos chamados de albinismo parcial no melro negro (Turdus merula), no pintassilgo comum (Carduelis carduelis), no pardal (Passer domesticus) etc.

Mancha evolutiva

Em diversas espécies as manchas podem evoluir de uma muda para outra e esta particularidade é hereditária. Tanto é que no diamante da Nouméia (Erythrura psittacea), as manchas amarelas podem aparecer no verde da plumagem e aumenta, na mesma ave, na muda seguinte. Através de cruzamentos e seleções consegue-se diamantes desprovidos de melanina ficando com a cabeça amarela e cauda vermelha (observação de A. Menegazzi).

Num canário asas cinzas prateado (fundo branco, e não amarelo), umas manchas brancas apareceram e pouco a pouco foram aumentando até tornar-se branco. O mesmo aconteceu com um filho deste pássaro (observação de A. Gavilan).

Nestes dois casos deve-se estar na presença de mutações somáticas (elas têm lugar no indivíduo), como também na presença de genes saltadores que explicariam a instabilidade das manchas. Estes genes foram descobertos por Bárbara Mac Clintok (prêmio Nobel de 1983) em estudos em manchas de grão de milho e depois evidenciados em drosófilas e em bactérias. Igualmente existiriam nas aves.

O aparecimento de algumas manchas pode também ter outra origem. Assim, num canário macho, isabelino ou mosaico, a cabeça perde sua melanina depois de uma muda. Ela torna-se branca com manchas amarelas (máscara) devido a mutação mosaico. O desaparecimento da melanina nesta região poderia decorrer da ativação de um gene inibidor. É muito provável que os canários mosaicos saíram de uma hibridação com o pintassilgo comum (Carduelis carduelis), ou neste; é uma inibição do depósito de melanina negra que permite o aparecimento de manchas brancas e vermelhas da máscara (manchas estas devidas a um carotenóide). É possível que o gene responsável por esta inibição tenha passado ao canário; ou tenha cessado de ser ativo. A reativação deste gene, por razão endócrina, pode ocasionar o desaparecimento da melanina em sua zona de ação (observação de R. Gardien).

O desaparecimento completo da melanina no curso de uma muda pode ser observado em diversas aves, não só canários, mas igualmente em psitacídeos (papagaio-cinza Psitacus erythacus). O canário que estava sem carotenóide tornou-se branco; o papagaio ficou em grande parte vermelho.

Melanismo

Designa-se assim o excesso de melanina na plumagem. Algumas aves têm uma plumagem que é invadida pela melanina negra, o que corresponde a uma melanogênese intensa. É devido a isso que se tem visto, várias vezes, o aparecimento em criações, dos canários negros. Também já se observou aves silvestres que tornaram-se negras. O grande naturalista Buffon registrou pintassilgos-comuns (Carduelis carduelis) negros e tem-se visto também serinos Serinus serinus negros, verdilhões Carduelis chloris negros ou quase negros, já que é raro que o negro seja perfeito. Aves exóticas podem igualmente apresentar indivíduos melânicos (diamante mandarim, diamante de Gould, degolado etc.). Consegue-se também que o melanismo seja pouco acentuado ou que seja localizado, na cabeça por exemplo (pintassilgo de cabeça negra).

Aparecido no momento de uma muda, o melanismo pode desaparecer na muda seguinte. De fato ele tem origem endócrina já que a principal causa é uma disfunção hipofisária. A hipófise, glândula de função capital, dá origem a um hormônio, a melanotropina (ou melano-estimulina: M.S.H.) que estimula a melanogênese. Com a disfunção acontece uma produção excedente de eumelanina. Esta aparece, antes de tudo, mas regiões que normalmente têm melanina e depois na totalidade da plumagem. A cor da plumagem fica modificada. O marrom é substituído pelo negro, acontecendo o mesmo com o azul, pois os microgrânulos da camada estrutural são mudados pelas aglomerações de melanina negra e, como conseqüência, a decomposição da luz (ou difração) não acontece. Os carotenóides podem resistir à melanização se estiverem protegidos por um gene que inibe o depósito da melanina (caso da máscara vermelha do diamante de Gould). Porém esta resistência pode ser vencida e a melanina negra ocupa então o lugar dos carotenóides.

No pintassilgo de cabeça-negra (N.T. melanismo no Carduelis carduelis) de F. Benaest, a sobrecarga em melanina negra foi fraca e a banda amarela das asas ficou conservada. Em troca, a cabeça ficou totalmente negra; o vermelho e o branco da máscara desapareceram.

No diamante mandarim macho de G, Guiliaume, a melanina negra invadiu toda a cabeça e o peito; o ventre ficou mais escuro e a cada negra, mas o dorso ficou somente amarronzado. Esta particularidade vem de que este macho apresenta a mutação dorso palha que normalmente clareia o dorso. Isto mostra que o melanismo pode ser freado pelo genótipo da ave. Este mandarim saiu de uma linhagem na qual havia aparecido uma fêmea que se tornou negra após a muda, ficando depois normal em período de reprodução. Cruzada com um de seus filhos ela deu outros filhotes dos quais um tornou-se negro. De saúde frágil, estes mandarins negros não conseguiram desenvolver linhagem. A hipófise, de
fato, age também sobre a reprodução e também sobre a saúde, daí a possibilidade de distúrbios graves, podendo acarretar a esterilidade e a morte precoce. O canário negro se mostrou fértil e sua descendência revelou que ele era do tipo negro-marrom (tipo primitivo). Os diamantes mandarins negros morreram precocemente e isto deve ter sido uma conseqüência da sua consangüinidade.

O diamante de Gould já apresentou muitos casos de melanismo o que permitiu se diferenciar várias etapas do fenômeno. Um melanismo fraco acarreta uma interessante mudança de cor:

- o peito do macho, normalmente violeta, torna- se azul-cobalto. Esta mudança corresponde ao desaparecimento da feomelanina que é modificada pela eumelanina. De fato, tem-se constatado que o violeta do Gould provém da superposição de um azul estrutural produzido pêlos microgrânulos de eumelanina, com um marrom de origem pigmentar produzido pela feomelanina. Esta última está nas bárbulas das penas, enquanto que a eumelanina está na camada estrutural das barbas.

- O verde do dorso é mais escuro. O amarelo do ventre é menos puro e a melanina cinza colore as coxas da ave. Isto corresponde a um depósito difuso de eumelanina.
Um aumento mais forte em melanina acarreta o aparecimento de pontos negros no peito azul que fica mais escuro, e também o colar turquesa da ave. Se o aumento continua, o colar turquesa é invadido pela melanina negra e o peito se mancha de negro. Algumas manchas enegrecidas aparecem no amarelo do ventre que se torna cinzento.
Com muito mais melanina, a região anterior torna-se negra (Gould de M. Fillonneau) e o resto do corpo fica acinzentado ou negro. A máscara vermelha pode ficar preservada.
Um caso muito interessante foi aquele de um Gould mutante atingido pelo melanismo. A mutação, chamada de "dupla diluição" (o mutante de duplo fator é chamado "amarelo; com um só fator é chamado "pastel"), tem a capacidade de frear consideravelmente a melanização e daí obtém-se um Gould de dorso amarelo com peito ligeiramente diluído. Esta mutação é co-dominante, se bem que um macho portador apresenta um dorso claro e o peito violeta. Num macho obtido por F. Capelli, o dorso é verde claro, o colar turquesa é claro, mas o peito é de um azul cobalto muito lindo. Pode-se pensar numa nova mutação, mas a irmã desta ave, aparentemente normal, tem um peito violeta fortemente manchado de azul. Isto é um sinal de melanismo e pode-se pensar então que seu irmão pode estar também atingido pelo melanismo. Porém nele o melanismo está moderado pela mutação dupla diluição, que dá uma ave de aparência normal, com um peito de um azul muito bonito.

Estas diversas observações mostram que pode existir aí, numa linhagem de aves, uma tendência ao melanismo e que as conseqüências deste podem ser benéficas ao criador. A obtenção em criação de linhagens melânicas é assim possível.

Sendo devida a função da hipófise, não é impossível que uma diluição geral de melaninas (aves chamadas pastéis) tenha como causa uma insuficiência hormonal.

Interação pigmentar

Na maior parte das aves, a cor da plumagem faz intervir as melaninas e os carotenóides. Estes pigmentos podem coexistir ou ocupar lugares distintos. A cor verde é obtida pela coexistência de um carotenóide amarelo e de um azul e necessita da eumelanina. Na arara-canga Ara macao as penas têm as extremidades vermelhas e a base é negra, do mesmo modo que no diante de Gould. No pintassilgo-comum Carduelis carduelis, carotenóides e melaninas ocupam regiões diferentes.

Constata-se freqüentemente que o desaparecimento ou a atenuação das melaninas tem a finalidade de favorecer o carotenóide, que se torna mais intenso e, assim, mais importante na plumagem. Assim o carotenóide é bem mais abundante no canário amarelo que no verde, do qual ele deriva. Nos psitacídeos constata-se que a regressão das melaninas permite a expansão dos carotenóides; é o que mostra o periquito-de-Bourke rosa (Neophema bourkii) e o omnicolore lutino (Platycercus eximius). Mesma observação se refere ao Gould mutante chamado "amarelo", cujo dorso, normalmente verde, torna-se claramente mais rico em carotenóides amarelos. É mesmo possível que um importante aumento em carotenóide provoque uma troca de cor, passando então do amarelo ao vermelho (omnicolore rubino). Tudo se passa como se a presença da melanina se opusesse àquela do carotenóide e como se a extensão do carotenóide dependesse da regressão das melaninas.

Esta observação se aproxima mais daquela que diz respeito aos filhotes de aves. Neles, os carotenóides ganham importância somente tardiamente, às vezes na puberdade. Sua plumagem é, antes de tudo, neutra; depois fica escurecida na base por melaninas, o que favorece o mimetismo com o meio natural. No diamante mandarim, no diamante de Gould, o bico é inicialmente todo negro; depois ele torna-se mais claro no Gould (sua extremidade se mancha de vermelho) e no mandarim fica inteiramente vermelho. O estudo da máscara vermelha do Gould tem mostrado que a ação do carotenóide depende da inibição da melanina, ocupando seu lugar no filhote; esta inibição não acontece na variedade chamada cabeça-negra. De uma maneira geral, a ativação do carotenóide é permitida pela regressão da melanina.

Conclusão

O estudo das melaninas nas aves mostra que o pigmento, sob suas diferentes formas, desempenha uma função capital. Não somente ela origina as cores pigmentares, indo do negro ao cinza mais diluído, ou do marrom ao bege mais claro (isabelino diluído), como também é indispensável na produção de cores estruturais e, particularmente, na produção do azul e do verde, da qual derivam. Assim, as cores das plumagens têm para as aves uma grande importância; elas são a carteira de identidade da ave e têm uma função numa linhagem, principalmente no período de reprodução. O aparecimento de uma plumagem nupcial, os cortejos que acompanham a formação do casal, são igualmente indícios da importância da cor da plumagem nas aves e com ela, a importância da melanina.

A criação, favorecendo a obtenção de variedades novas, tem mostrado a freqüência e a importância das mutações da plumagem nas aves. A maior parte corresponde à anomalias no desenvolvimento da melanogênese ou na ação dos pigmentos. Um estudo sistemático destas mutações poderia levar a se fixar as etapas da melanogênese e seus pontos fracos. Isto supõe em primeiro lugar, um estudo comparado destas mutações que podem ser, ou não, comuns a várias espécies de aves. Os mesmos genes da cor podem existir em espécies diferentes mas como, no genoma, um desenvolvimento diferente. A mesma mutação, neste caso, produziria efeitos mais ou menos diferentes.

O estudo das mutações da plumagem permite igualmente constatar que o mesmo fenótipo pode ser obtido por vias diferentes: manifestadamente numerosos genes intervêm na cor da plumagem, uns de ação geral, tendo em papel diretor; outros assegurando o controle ou aumentando a perfeição necessária. Os mecanismos são tanto mais admiráveis quando se sabe que a pena é um órgão morto e que sua cor deve portanto ser programada com uma maior precisão. A separação das
microlâminas, que dependem das cores estruturais, deve ser obtida com uma precisão de 1/10.000 de milímetro; assim, se ocorre um erro, surge uma cor diferente.

As referências entre carotenóides e melanina permitem pensar que inicialmente a plumagem das aves tinha apenas cores pigmentares devidas a melanina; o negro, o marrom, o cinza e suas nuances dominavam. É provável que o vôo das aves sendo rudimentar, elas viviam ao sol ou nos rochedos, confundiam-se com as folhas, cascas, terra e as pedras. Por conseguinte, elas souberam incorporar os carotenóides em sua plumagem e a colocação destes no lugar foi obtida por regressão e inibição da melanina. O aparecimento de cores vistosas se liga a dois fatores: uma sexualização mais marcada e um vôo mais eficaz. Os machos têm atraído mais a atenção das fêmeas mas, graças a maestria do vôo, eles têm tido mais chances de escapar dos predadores. A necessidade de micro-estruturas mais elaboradas permite supor que as cores estruturais apareceram por último. Cambiando-se com os carotenóides, elas têm permitido plumagens de cores suntuosas e mais variadas. Pode-se pensar que a vida arborícola, em floresta tropical, desempenhou uma grande função na evolução colorida das aves. Este modo de vida procura abundantemente os carotenóides, pois ele assegura uma proteção rápida (na sombra as cores se apagam); a aquisição do verde também muito favoreceu.

De todos os seres vivos as aves são, ao que parece, aqueles que melhor souberam utilizar a melanina.


Última edição por RC em Qua 19 Dez 2012, 22:27, editado 1 vez(es)
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Re: Qual é a mutação? "Diamante Mandarim"

Mensagem  Miguel Silva em Ter 18 Dez 2012, 23:24

Obrigado pela explicação Sr. Ricardo.

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Re: Qual é a mutação? "Diamante Mandarim"

Mensagem  Luís Lourenço em Qua 19 Dez 2012, 17:13

É apenas uma peito negro que depois da muda ficou assim, já tinha sido discutido este assunto aqui no fórum.

RC escreveu:É uma mutação que tem ausência de Melanina.

Tem é melanina a mais.

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Re: Qual é a mutação? "Diamante Mandarim"

Mensagem  RC em Qua 19 Dez 2012, 22:27

Tens razão foi um lapso meu!
Obrigado.
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Re: Qual é a mutação? "Diamante Mandarim"

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